post

Atividades foram destaques na programação infantil na manhã de domingo (25) e encantaram filhos e pais que presenciaram o último dia do evento

Com muito desenho, interação e espetáculos lúdicos, a programação Literatura e Infância (1º andar do Centro de Eventos) trouxe muita diversão para pais e filhos que acompanharam de perto o ambiente multicultural que a XIII Bienal Internacional do Livro do Ceará proporcionou. Pela manhã, na sala Historinhas Cascudas, o espetáculo de teatro “Era uma vez” da Companhia Prisma de Artes apresentou de forma lúdica os diversos ritmos da música, desde o samba até o acalanto (canções de ninar para bebês) passando pelo maracatu e pelo chorinho.

Para o diretor da companhia Prisma de Artes, Raimundo Moreira, o objetivo da peça é realmente essa troca de experiência. “O espetáculo surgiu da adaptação de um CD que fizemos só com canções que podemos cantar e oferecer para nossa infância, de boas palavras, palavras mágicas, sensação e ritmos diferentes, histórias. Tem múltiplas músicas de sentidos e sons diferentes. Foi mágico poder cantar na Bienal e ver o olhar brilhante dos pais e das crianças”, comenta o diretor.  

E o elogio veio por parte dos pais que compartilharam momentos de muita afetividade. Para o marchand Vitor Yamagishi, o momento foi de muita alegria. “Estou gostando do evento, tem várias livrarias na feira e no mesmo local tem a oportunidade de assistir a espetáculos que misturam teatro e música. Isso incentivou trazer minha filha hoje aqui. Esse incentivo a arte e a leitura é bem bacana”, relata Vitor.

Outro forte momento de interação entre pais e filhos ocorreu na sala “As Flores e os Passarinhos”, no 1º andar, com a atividade “A Cidade que queremos: pintura coletiva de painel”, às 10h.  A oficina proporcionou momentos de desenhos e criatividade com os pais colocando a mão na massa junto com os pequenos. As artistas visuais responsáveis pela atividade Ceci Shiki e Luci Sacoleira estimularam as crianças a visualizar sua cidade perfeita, sua cidade dos sonhos. Depois disso foram distribuídas lonas de papel dos mais diversos formatos e giz de cera para o uso da criatividade dos pais e dos filhos.  

A atividade foi aprovada por Carmen Queiroz, mãe das pequenas Alice, 7 anos, e Isadora, 5 anos, que estavam desenhando figuras folclóricas do Brasil como o saci e o boitatá. “Está sendo super proveitoso participar dessa atividade aqui na Bienal. Essa área de literatura e infância está super criativa, bem diversa. Já cantamos, ouvimos histórias, passamos pelo circo, e agora estamos aqui na oficina de desenhos”, aprovou.  

Para a artista visual Ceci Shiki, a oficina estimulou a integração com as crianças e proporcionou o engajamento dos pais na atividade coletiva de pintar a cidade. Luci Sacoleira reforçou a fala da amiga: “o objetivo é que através do desenho eles imaginem a cidade dos sonhos. Começamos com uma fala breve instigando a imaginar. Algumas crianças falaram de cidades com mais bicicletas, menos fábricas, e depois distribuímos o papel para elas colocarem livremente como é essa cidade sonhada por cada uma”, explicou a artista.

A curadora do espaço Literatura e Infância, a professora e atriz Edneia Quinto (Tutti), comemorou o saldo positivo que o ambiente conquistou nos 10 dias de Bienal. “Nossa ênfase foi a experiência leitora da criança. Durante todos esses dias nós tivemos oportunidade de possibilitar essa experiência com uma programação muito diversificada que atendeu às diversas faixas etárias, desde bebês até o infanto-juvenil. Isso proporcionou momentos muito ricos e emocionantes. As crianças participaram bem ativamente das atividades. Foi interessante também que nessa relação do tema da Bienal (A Cidade e os Livros) as crianças colocaram através das oficinas de contação de histórias ou de desenhos seus lugares favoritos, suas inquietações, e como elas veem a cidade. Isso é muito legal”, finaliza empolgada Tutti com a certeza de que o ambiente proporcionou vários momentos de aprendizado para os pequenos, suas famílias e seus professores.                 

Sobre a Bienal

A XIII Bienal Internacional do Livro do Ceará é apresentada pelo Ministério da Cidadania e pela Secretaria de Cultura do Estado do Ceará. Realizada pelo Instituto Dragão do Mar, Governo do Estado do Ceará, por meio da Secult, e Governo Federal, a Bienal do Livro conta com os patrocínios de Bradesco, Cagece, Grendene e Cegás, e com os apoios de Fecomércio, Sebrae, Universidade de Fortaleza (Unifor), Unilab, TV Ceará, Sistema Verdes Mares, Grupo O Povo, Café Santa Clara, RPS Eventos, Câmara Cearense do Livro, Sindilivros-CE, Câmara Brasileira do Livro (CBL), Associação Brasileira de Difusão do Livro (ABDL), Associação Nacional de Livrarias (ANL), Prefeitura de Fortaleza e das Secretarias de Educação (Seduc), Turismo (Setur), Cidades (SCidades) e Ciência, Tecnologia e Educação Superior do Estado do Ceará (Secitece).


Serviço
XIII Bienal Internacional do Livro do Ceará
De 16 a 25 de agosto, de 10h às 22h
Centro de Eventos do Ceará
facebook.com/BienalDoLivroDoCeara
instagram.com/bienaldolivroce
bienaldolivro.cultura.ce.gov.br